Ter insônia às vezes é bom! Nessa época de férias, costumo trocar o dia pela noite. Chego a ficar acordado até as 4h! E numa dessas trocas de turno, conheci a música do Marcelo Jeneci no Altas Horas. E na primeira música, já gostei muito da letra. Descobri, que ele é um dos letristas de maior sucesso da nova geração.
E das músicas que eu ouvi até agora, deixo a minha predileta, Felicidade, que foi escrita em parceria com o Chico César.
"...você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser."
Música que eu conheci, na apresentação de hoje, na Comuna, em São Bernardo.
Depois de hoje, sou um pouco mais fã dessa banda, que pra mim, é uma das grandes revelações do nosso cenário musical!
"Te falo do único eu falo do um do artigo indefinido do amigo em comum um é número incomum mas um é passar do ponto um é o número de flores que seguro no primeiro encontro
Um só é o sol não existem sois um só é o céu um só um com um nós
Um é o caminho que sigo uma verdade vivida uma morte é preciso mas a vida é infinda (Preciso dizer mais alguma coisa?)
Um só é o sol não existem sois um só é o céu um só um com um nós."
Sem dúvida, a minha música predileta, cantada pelo Pedro Mariano. Com letra do Cassiano, um dos nossos grandes compositores, Postal é sensível, profunda, sentimental...esteve presente em vários momentos reflexivos desses meus últimos 10 anos. E aí, vasculhando na Net, achei esse vídeo, meio antigo por sinal, com o Pedro Mariano e seu pai, o gigante do piano, César Camargo Mariano.
Aproveitem a maravilha! (o vídeo tem um delayzinho, mas nada que atrapalhe a diversão)
Postal (Cassiano)
Alguém que está ausente É você, teimosa, ausente O meu desabafar está Em viver, meu Deus porque Que te amar, é ser sincero, Então morrer de paixão sem fim. Bom te amar? É sim, Volta pra mim
Do cais acenava, mensagem De a sede matar, mensagem De amor que terminou Num beijo, bye, bye quem tanto amei. Deve haver alguém, um bem Feliz de amar, adeus Quem tanto amei, Como alguém, Que se ausenta num postal.
Bem que me disseram que o "barulhinho" é viciante! Comecei a ouvir as meninas há pouco mais de 2 semanas e não consigo parar!
Por isso, como tudo o que é bom, eu gosto de compartilhar, deixo por aqui uma das músicas que mais me faz pensar em mim, em você, em nós!
Nosso tempo
Pena nem poder falar Esse amor não tentar Se só começo a pensar Quero poder encontrar Teu rosto entre as mãos, acalmar meu coração Dor não vai calar Me dói saber, nosso tempo não virá
Peço poder te dizer Do sabor que é você Segue meus dias sem paz, Antes de você, tão iguais
Ah como é bom te viver Só lembrar faz bem demais, não quero esquecer Que é sempre sim, os dias eu e você
Tanto que sei e nem sei dizer Seu abraço é minha casa que não vou ter Corro o mundo triste sem você Mas deixo ir, que é pra ver seu sol nascer
Levo comigo e não vou deixar A lembrança desse seu sorriso pra mim Sei que o nosso amor vai bem no fim Então porque essa vida faz assim
Bom, depois vou fazer um post especial sobre o show de sábado, das Chicas! Aliás, um dos melhores que eu já tive a oportunidade de ir! Sem dúvida alguma!
Hoje, deixo aqui com vocês, uma das mais belas letras que eu ouvi recentemente.
Vale a pena, de verdade, ler os versos, ouvindo a deliciosa voz da Isadora!
Ah, os versos que ela recita antes de começar a música são de Cacaso:
"Ah se pelo menos o pensamento não sangrasse! Ah se pelo menos o coração não tivesse memória! Como seria menos linda e mais suave minha história!"
O que eu não sou (Isadora Medella)
Eu não sou poeta nem quero ser A canção eu fiz pra sobreviver Coração aperta, canto pra respirar Toco minha viola pra poder sonhar Eu não quero nada que faz doer Quero amar o mundo, quero amar você Quando você não está Eu vou tocar tambor Extraviar no pulso toda a minha dor
Um dia o amor acaba Invade a dor deságua Transborda minha alma Vazia está agora
Eu não sou maluca nem quero ser Mas a noite passa E eu não vou dormir As flores me agradam Tentam me colorir Toco uma toada pra poder te ouvir
Eu não sou ateu nem quero ser Deus te abençoe rezo por você Eu vou tocar a flauta pra me despedir De longe minha alma vai velar por ti
Jamie Cullum merece um post só pra ele aqui no blog (Camila, calma que ainda faço isso tá?), mas, por enquanto deixo uma música que ele tem com a Katie Melua, outra cantora talentosíssima!
Os dois estão juntos em Love Cats, do The Cure! Os dois deram uma roupagem deliciosa pra música! O Cullum no piano é bom demais! rs
Enjoy it!
(...) We're so wonderfully wonderfully wonderfully Wonderfully pretty! Oh you know that I'd do anything for you... We should have each other to tea huh? We should have each other with cream Then curl up by the fire And sleep for awhile It's the grooviest thing It's the perfect dream
Quem nunca ouviu a expressão Política do Pão e Circo? Em Roma, com medo de uma possível revolta social devido a todos os problemas que rondavam a cidade, o imperador criou a chamada política do Pão e Circo. Distraía a população com as lutas no Coliseu, enquanto distribuía pão e outros alimentos, para aqueles que lá estavam. Assim, "tapava o sol com a peneira" e desviava a atenção da população!
Alguma semelhança com o Brasil de hoje? Só um pouquinho?
Num país de mensalão, CPI's, dinheiro na cueca, fome, miséria, falcatruas, roubalheira, não é muita coincidência termos a mesma política do Pão e Circo? Claro que, não mais com batalhas no Coliseu (às vezes, seria até engraçado né, soltar o Sarney e o Renan Calheiros no meio da arena!)
Mas não é a mesma coisa, o Bolsa-Família, a Copa do Mundo e as Olímpiadas por aqui, os BBBs da vida?
É por isso que essa canção do Caetano, famosíssima através dos Mutantes caberá em qualquer época! E ainda mais na interpretação da Marisa Monte, que é espetacular!
Enquanto as pessoas da sala de jantar só estiverem ocupadas com nascer e morrer, o Brasil continuará assim!
Com vocês, uma das 10 mais importantes músicas da nossa MPB, segundo a revista Rolling Stone, Panis at Circenses, Mutantes
Eu quis cantar Minha canção iluminada de sol Soltei os panos Sobre os mastros no ar Soltei os tigres E leões nos quintais Mas as pessoas da sala de jantar São ocupadas em nascer e morrer...
Mandei fazer De puro aço luminoso punhal Para matar o meu amor e matei Às 5 horas na Avenida Central Mas as pessoas da sala de jantar São ocupadas em nascer e morrer..
Mandei plantar Folhas de sonho no jardim do solar As folhas sabem procurar pelo sol E as raízes, procurar, procurar...
Mas as pessoas da sala de jantar Essas pessoas da sala de jantar São as pessoas da sala de jantar Mas as pessoas da sala de jantar São ocupadas em nascer e morrer...
Não se engane pela cara de moleque, típica dessas bandinhas da moda (nada contra e sem nenhum preconceito!), que costumam aparecer e sumir pouco tempo depois.
Como muito bem definiu o site Last.fm (www.lastfm.com.br), Rodrigo Del Arc tem os pés fincados na música brasileira e a cabeça perdida pelo mundo. O paulistano não está nada preocupado em prender-se a um só tipo de estilo, e isso é fácil de notar, quando ouvimos as faixas de A Kind of Bossa, seu mais recente trabalho.
Samba, swing, com letras em inglês, toda essa mistura, pode te deixar com a pulga atrás da orelha, se realmente "rola"!
E basta escutar uma de suas músicas pra sentir que o cara manda bem.
É música certa no meu iPod!
Deixo com vocês, a minha predileta até o momento, Slip into Precision, que fala um pouco sobre como você vê as coisas boas e ruins e que no final, o amanhã vem e tudo dá certo!
Sabe aquela música, que você ouve uma vez, e a letra, a melodia, o ritmo, tudo, fica na sua cabeça pra sempre?
Conheci Flávio Venturino há uns 10 anos atrás, ainda adolescente, assim que descobri de verdade, o que era MPB.
Noites com Sol é pura poesia, sentimento! É a cara do Flávio Venturini, um dos maiores artistas de nossa música!
Noites com Sol
Ouvi dizer que são milagres Noites com sol Mas hoje eu sei não são miragens Noites com sol Posso entender o que diz a rosa Ao rouxinol Peço um amor que me conceda Noites com sol
Onde só tem o breu Vem me trazer o sol Vem me trazer amor Pode abrir a janela Noites com sol e neblina Deixa rolar nas retinas Deixa entrar o sol
Livre será se não te prendem Constelações Então verás que não se vendem Ilusões Vem que eu estou tão só Vamos fazer amor Vem me trazer o sol Vem me livrar do abandono Meu coração não tem dono Vem me aquecer nesse outono Deixa o sol entrar
Pode abrir a janela Noites com sol são mais belas Certas canções são eternas Deixa o sol entrar
E com vocês, deixo uma das minhas músicas prediletas. Uma daquelas que eu ouço, inúmeras vezes e sempre me emociono! Versão ao vivo, com participação da revelação mineira, Marina Machado
Não costumo postar músicas que não sejam brasileiras por aqui, é mais uma questão de gosto mesmo. Mas, passeando pelos blogs de uns amigos, mais especificamente da Lígia, o Sem Rodeios (hoje, só estou me apropriando das ideias alheias né?), encontrei uma música que realmente me tocou. Pela sinceridade, pela letra, pela melodia, pelas vozes, pelo sentimento.
Trata-se de Falling Slowly, de Glen Hansard e Markéta Irglová. Essa música, simplesmente ganhou o Oscar de Melhor Canção Original de 2008 (e eu não fazia ideia de sua existência! Que feio Luiz!).
Ela faz parte da trilha sonora do filme Once, estrelado pelos próprios cantores. O filme teve orçamento de apenas 70 mil dólares (quase um Avatar da vida né! rs), fez um mega sucesso e virou uma febre independente na Europa (o filme é irlandês).
Peguei uma sinopse do filme, no siteinterfilmes.com:
Once (Apenas Uma Vez) é um daqueles conto de fadas urbanos, que você sai do cinema fazendo seu máximo para evitar entrar em contato com a vida real novamente. (L.A. Weekly).
Ele é um talentoso músico, que ganha a vida com seu violão nas ruas de Dublin e ajuda o pai em uma loja de aspiradores de pó. Ela é tcheca que anda pelas mesmas ruas, vendendo rosas para sustentar sua família e tem como hobby o piano. O acaso fez com eles se encontrassem e a paixão pela música fará com que eles vivam uma experiência inesquecível. Uma linda história de amor embalada por músicas que traduzem os caminhos do coração.
A trilha sonora, pelo menos, é de altíssima qualidade. Deixo com vocês então, Falling Slowly.